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CANON - Silver Partner 2021

CANON

Estando presentes no mercado da indústria gráfica há 25 anos, foi apenas em 2013 que iniciámos o nosso percurso na venda de equipamentos gráficos no setor do acabamento e pós-impressão!

Ao longo destes anos, com a constante evolução das tendências tecnológicas e de inovação, foi surgindo uma necessidade crescente de acompanhar e ouvir o mercado de forma a poder oferecer aos nossos clientes soluções sólidas e capazes em todas as vertentes da produção relativa à indústria gráfica.

Nunca estivemos associados à área de impressão e imagem digital nem nunca foi algo que pensássemos explorar! Sabíamos de antemão que não era um caminho simples de percorrer pois já existiam no mercado dezenas de soluções e empresas concorrentes a operar na venda deste tipo de produtos há mais tempo, com mais experiência e know-how, o que sabemos ser um fator determinante para os nossos clientes no momento da decisão final de aquisição de um produto.

 

Receios à parte, sabemos também que a mudança nunca é fácil, mas a vontade de superar e fazer melhor sobrepõe-se à incerteza e torna tudo mais certo!

 

Seguindo esta linha de raciocínio, decidimos então iniciar este caminho em 2020 com a introdução de uma impressora de jato de tinta de alta resolução vocacionada para o mercado de packaging, a Postmark AP1170. Posteriormente demos outro passo no mercado de impressão com a parceria com a Mimaki, cujo foco principal é a possibilidade de impressão de grandes formatos em suporte UV LED, Solventes, Têxtil e 3D.

Estas parcerias permitiram-nos abrir horizontes e explorar mercados que não faziam parte do nosso core-business principal.

 

Hoje, olhando para trás perguntamo-nos, “Valeu a pena?” “Claro que sim!”

 

Em 2021 reforçamos a nossa posição no setor da impressão e imagem digital com um parceiro de peso, fundado em 1937 no Japão, líder de mercado no seu segmento e com uma presença expressiva em Portugal. É com orgulho e um enorme sentido de responsabilidade que informamos os nossos clientes e parceiros que somos ‘SILVER PARTNERS CANON 2021’!

Da nossa parte fica a promessa de trabalho e empenho para com a Canon, S.A. e a certeza de que tudo faremos para cimentar a nossa expressão neste segmento de mercado e corresponder às expectativas tanto dos nossos clientes como dos nossos parceiros!

DRUPA - nº1 for printing technologies

DRUPA

DRUPA Cancelada para 2021

Acaba de ser confirmado o cancelamento da maior feira do mundo do sector das artes gráficas, a Drupa.

 
A organização revela que, após extensas consultas junto de clientes e parceiros, vai adiar o evento para o ano de 2024 nos dias 28 de Maio até 7 de Junho. A atual situação pandémica continua instável e sem dar garantia de que haja uma vacina que chegue a tempo às pessoas. É importante também referir que num evento desta dimensão, onde as empresas gastam milhares ou mesmo milhões de euros em marketing e logística, é essencial que o número de contactos realizados durante o evento seja elevado o que seria difícil de atingir em Abril de 2021. Já durante o início deste ano houve duas baixas de peso, a Bobst e a Xerox e muitos mais se seguiram posteriormente.
 
A organização da Drupa optou por um conceito que cada vez mais irá ter lugar no nosso quotidiano e então, através de uma plataforma online lançada em Outubro, vai haver uma feira virtual, a “virtual.drupa” cujo conceito dará às empresas a oportunidade de se mostrarem a si próprias e às suas inovações virtualmente. Este conceito funcionará como um think tank online onde a partilha de conhecimento e know how irão existir em pleno apesar das adversidades a que este tempo nos obriga. O evento online irá ocorrer nos dias 20 a 23 de Abril de 2021.
 
Na última Drupa, em 2016, o evento contou com a presença de 260165 visitantes, cremos que este número em 2024 irá subir exponencialmente e que irá proporcionar inovações completamente diferentes e ajustadas à realidade em que vivemos atualmente. Pelo que a história nos tem ensinado, as maiores inovações tecnológicas são aliadas da necessidade e surgem sempre como consequência de uma vontade de fazer mais e melhor!
O impacto da pandemia no consumo digital dos portugueses

O impacto da pandemia no consumo digital dos portugueses

Por: Madalena Cascais Tomé, CEO da SIBS

Há mais de 25 anos que foi realizada a primeira compra através da Internet, marcando-se assim o início de uma nova era para consumidores e empresas.

Como todas as grandes alterações, o desenvolvimento deste novo paradigma foi lento na primeira fase, mas tem vindo a ganhar maior dimensão nos últimos anos, nomeadamente tendo em conta as alterações de conectividade e mobilidade, que criaram novos perfis e novos hábitos de consumo.

Nos últimos meses, assistimos a uma alteração do contexto socioeconómico provocado pela pandemia global, que se traduziu num significativo incremento no e-commerce a nível mundial.

De acordo com os dados disponibilizados pelo SIBS Analytics, o peso do comércio online em Portugal no total de compras eletrónicas passou de 9%, no período antes da pandemia, para 14% no período de maior confinamento, situando-se atualmente nos 11%.

Numa análise por setor de atividade, percebemos que os crescimentos mais significativos foram registados em alguns dos setores mais afetados pelo fecho dos estabelecimentos físicos que foram forçados a reinventarem-se, como a moda & acessórios e a restauração, setor onde, por exemplo, a incidência de compras online, que era de 6% das compras eletrónicas antes da pandemia e chegou a ser de 11% no auge do período de confinamento, situa-se atualmente nos 9% das compras eletrónicas.

O crescimento do comércio online foi, sobretudo, baseado no desvio do consumo em loja para o digital, podendo extrapolar-se que a pandemia acelerou a alteração dos hábitos de consumo registada nos últimos anos, impulsionando de forma significativa o comércio online.

“A pandemia acelerou a alteração dos hábitos de consumo, impulsionando o comércio online”

Este incremento do canal digital deveu-se não só a uma preferência pela segurança física, pois permitiu aos consumidores obter os seus produtos e serviços à distância, com maior comodidade e com riscos diminuídos de exposição ao vírus, mas também pela segurança dos pagamentos, que permitiu efetuar as compras com total confiança.

Prova disso é o facto de o MB WAY, um dos métodos de pagamento online mais seguros e, segundo dados da Marktest, o segundo mais popular, ter registado, desde o início da pandemia (março 2020) até aos dias de hoje, um aumento nas compras com número de telefone superior a 80%.

Desde o arranque do comércio online, há mais de 25 anos, que a segurança – de dados, pagamentos, etc. – tem sido uma das condições fundamentais para o seu desenvolvimento.

A Europa tem desenvolvido legislação que procura defender os consumidores do risco de fraude como, por exemplo, a adoção, até dia 31 de dezembro de 2020, de novas ferramentas de autenti- cação forte nos pagamentos online que a Autoridade Bancária Europeia (EBA) impôs aos prestadores de serviços de pagamento.

Neste contexto, de forma a ter ainda mais garantias de segurança, todos os consumidores digitais vão ter de fazer uma autenticação forte sempre que realizem um pagamento online, seja ela realizada através da introdução de um código enviado por SMS para o seu telemóvel, ou de uma leitura biométrica como, por exemplo, da impressão digital.

Mais uma vez, Portugal foi pioneiro na adoção de melhores práticas, o MB WAY incorpora todos os mecanismos de autenticação forte desde o seu início.

A alteração dos hábitos de consumo digitais que a pandemia impulsionou deveria levar a uma evolução jurídica no nosso enquadramento legal, promovendo a aceitação universal dos meios eletrónicos de pagamento, também no contexto físico e do comércio tradicional.

Dar mais conveniência e opções aos consu- midores, combater a economia informal e antecipar o futuro preparando-nos para os novos desafios deveria ser uma prioridade dos órgãos legislativos. Para já, o certo é que existe um antes e um depois da pandemia em vários contextos e o comércio digital não é exceção.

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