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DRUPA - nº1 for printing technologies

DRUPA

DRUPA Cancelada para 2021

Acaba de ser confirmado o cancelamento da maior feira do mundo do sector das artes gráficas, a Drupa.

 
A organização revela que, após extensas consultas junto de clientes e parceiros, vai adiar o evento para o ano de 2024 nos dias 28 de Maio até 7 de Junho. A atual situação pandémica continua instável e sem dar garantia de que haja uma vacina que chegue a tempo às pessoas. É importante também referir que num evento desta dimensão, onde as empresas gastam milhares ou mesmo milhões de euros em marketing e logística, é essencial que o número de contactos realizados durante o evento seja elevado o que seria difícil de atingir em Abril de 2021. Já durante o início deste ano houve duas baixas de peso, a Bobst e a Xerox e muitos mais se seguiram posteriormente.
 
A organização da Drupa optou por um conceito que cada vez mais irá ter lugar no nosso quotidiano e então, através de uma plataforma online lançada em Outubro, vai haver uma feira virtual, a “virtual.drupa” cujo conceito dará às empresas a oportunidade de se mostrarem a si próprias e às suas inovações virtualmente. Este conceito funcionará como um think tank online onde a partilha de conhecimento e know how irão existir em pleno apesar das adversidades a que este tempo nos obriga. O evento online irá ocorrer nos dias 20 a 23 de Abril de 2021.
 
Na última Drupa, em 2016, o evento contou com a presença de 260165 visitantes, cremos que este número em 2024 irá subir exponencialmente e que irá proporcionar inovações completamente diferentes e ajustadas à realidade em que vivemos atualmente. Pelo que a história nos tem ensinado, as maiores inovações tecnológicas são aliadas da necessidade e surgem sempre como consequência de uma vontade de fazer mais e melhor!
O impacto da pandemia no consumo digital dos portugueses

O impacto da pandemia no consumo digital dos portugueses

Por: Madalena Cascais Tomé, CEO da SIBS

Há mais de 25 anos que foi realizada a primeira compra através da Internet, marcando-se assim o início de uma nova era para consumidores e empresas.

Como todas as grandes alterações, o desenvolvimento deste novo paradigma foi lento na primeira fase, mas tem vindo a ganhar maior dimensão nos últimos anos, nomeadamente tendo em conta as alterações de conectividade e mobilidade, que criaram novos perfis e novos hábitos de consumo.

Nos últimos meses, assistimos a uma alteração do contexto socioeconómico provocado pela pandemia global, que se traduziu num significativo incremento no e-commerce a nível mundial.

De acordo com os dados disponibilizados pelo SIBS Analytics, o peso do comércio online em Portugal no total de compras eletrónicas passou de 9%, no período antes da pandemia, para 14% no período de maior confinamento, situando-se atualmente nos 11%.

Numa análise por setor de atividade, percebemos que os crescimentos mais significativos foram registados em alguns dos setores mais afetados pelo fecho dos estabelecimentos físicos que foram forçados a reinventarem-se, como a moda & acessórios e a restauração, setor onde, por exemplo, a incidência de compras online, que era de 6% das compras eletrónicas antes da pandemia e chegou a ser de 11% no auge do período de confinamento, situa-se atualmente nos 9% das compras eletrónicas.

O crescimento do comércio online foi, sobretudo, baseado no desvio do consumo em loja para o digital, podendo extrapolar-se que a pandemia acelerou a alteração dos hábitos de consumo registada nos últimos anos, impulsionando de forma significativa o comércio online.

“A pandemia acelerou a alteração dos hábitos de consumo, impulsionando o comércio online”

Este incremento do canal digital deveu-se não só a uma preferência pela segurança física, pois permitiu aos consumidores obter os seus produtos e serviços à distância, com maior comodidade e com riscos diminuídos de exposição ao vírus, mas também pela segurança dos pagamentos, que permitiu efetuar as compras com total confiança.

Prova disso é o facto de o MB WAY, um dos métodos de pagamento online mais seguros e, segundo dados da Marktest, o segundo mais popular, ter registado, desde o início da pandemia (março 2020) até aos dias de hoje, um aumento nas compras com número de telefone superior a 80%.

Desde o arranque do comércio online, há mais de 25 anos, que a segurança – de dados, pagamentos, etc. – tem sido uma das condições fundamentais para o seu desenvolvimento.

A Europa tem desenvolvido legislação que procura defender os consumidores do risco de fraude como, por exemplo, a adoção, até dia 31 de dezembro de 2020, de novas ferramentas de autenti- cação forte nos pagamentos online que a Autoridade Bancária Europeia (EBA) impôs aos prestadores de serviços de pagamento.

Neste contexto, de forma a ter ainda mais garantias de segurança, todos os consumidores digitais vão ter de fazer uma autenticação forte sempre que realizem um pagamento online, seja ela realizada através da introdução de um código enviado por SMS para o seu telemóvel, ou de uma leitura biométrica como, por exemplo, da impressão digital.

Mais uma vez, Portugal foi pioneiro na adoção de melhores práticas, o MB WAY incorpora todos os mecanismos de autenticação forte desde o seu início.

A alteração dos hábitos de consumo digitais que a pandemia impulsionou deveria levar a uma evolução jurídica no nosso enquadramento legal, promovendo a aceitação universal dos meios eletrónicos de pagamento, também no contexto físico e do comércio tradicional.

Dar mais conveniência e opções aos consu- midores, combater a economia informal e antecipar o futuro preparando-nos para os novos desafios deveria ser uma prioridade dos órgãos legislativos. Para já, o certo é que existe um antes e um depois da pandemia em vários contextos e o comércio digital não é exceção.

Novo Programa de Apoio à Produção Nacional para micro e pequenas empresas

Novo Programa de Apoio à Produção Nacional para micro e pequenas empresas

Dada a atual situação pandémica do país e do mundo, é vital que o tecido empresarial português não seja esquecido pelo governo e pela Europa. São as PME que consolidam 98% das empresas em Portugal e como tal estas devem conseguir obter facilmente e de forma célere financiamento e apoios a fundo perdido para alavancarem as suas tesourarias e manterem os postos de trabalho. 

Para consolidar este facto, a ministra da Coesão Territorial anunciou na passada quarta-feira que vai ser lançado este mês o Programa de Apoio à Produção Nacional, com uma dotação de 100 milhões de euros, para cofinanciar projetos de micro e pequenas empresas. Não obstante das medidas anteriores, como linhas de crédito sob garantia do estado, linha de crédito “Capitalizar Covid-19”, prorrogação generalizada de prazos para submissão de candidaturas ao Portugal 2020, moratórios de créditos e impostos, medidas de “Lay-off“, incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial, etc, o Novo Programa de Apoio à Produção Nacional para Micro e Pequenas Empresas é o resultado da reprogramação dos fundos da União Europeia. Esta medida vai apoiar pequenos projetos de investimento de micro e pequenas empresas “na área do turismo e da indústria”, com uma taxa média de cofinanciamento de 50% a fundo perdido e com uma majoração para o interior do país (apoio de 60% a fundo perdido).

O programa foi pensado a nível nacional, com especial incidência sobre o interior, e não implica a criação de postos de trabalho pois de momento não é possível nem prudente obrigar as empresas a contratar, muito pelo contrário, pretende-se criar liquidez à empresa para que consiga manter os postos de trabalho evitando assim o aumento descabido da taxa de desemprego.

Estão elegíveis para o projeto as seguintes despesas:

  • Investimentos em máquinas;
  • Equipamentos;
  • Serviços tecnológicos/digitais;
  • Sistemas de qualidade;
  • Sistemas de certificação, que permitam alterar os processos produtivos das empresas, apoiando-as na transição digital, na transição energética, na introdução de processos de produção ambientalmente mais amigáveis. 

A PRINTHOUSE trabalha diretamente com várias empresas de consultadoria que podem ajudá-lo(a) no desenvolvimento do seu projeto eficazmente.

Entre em contacto connosco através dos meios disponibilizados.

COVID-19

COVID-19

As medidas do novo confinamento: escolas abertas, teletrabalho e coimas pesadas. Começa sexta-feira

A exceção ao dever de recolhimento será o dia das eleições presidenciais e as escolas, que não vão fechar, em nenhum grau de ensino, informou o primeiro-ministro. Medidas entram em vigor às 00:00 de dia 15 e devem manter-se durante um mês
 

“A regra é simples: cada um de nós deve ficar em casa”, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, no final do Conselho de Ministros, esta quarta-feira. Portugal regressa ao confinamento geral, como em março e abril. Sendo que – ao contrário do que aconteceu nos primeiros meses da pandemia – as escolas não vão fechar.

“As exceções existem, porque não deixaremos de poder ir à mercearia fazer as compras de que necessitamos, não deixaremos de poder ir trabalhar se tivermos de ir trabalhar, mas a regra é ficar em casa”, começou por explicar António Costa.

As novas medidas restritivas entram em vigor às 00:00 desta sexta-feira, deverão ter “um horizonte de um mês” e “são essencialmente as mesmas que vigoraram em março e abril, com uma exceção que se prende com o calendário democrático das eleições presidenciais, no próximo dia 24 de janeiro, e com a necessidade de não voltarmos a sacrificar a atual comunidade de estudantes. Por isso vamos manter todos os estabelecimentos educativos como têm estado a funcionar até agora. Sei que é um tema que divide a comunidade cientifica, mas que une a comunidade educativa”, continuou o chefe do Executivo.

Teletrabalho obrigatório e coimas por incumprimento duplicam

Em matéria laboral, “o teletrabalho é imposto, sem necessidade de acordo entre a entidade patronal e o trabalhador. O teletrabalho é obrigatório, sempre que ele é possível”, disse o primeiro-ministro.

Já a violação desta norma, bem como o desrespeito pelo uso de máscara na via pública, passará a ser punida com uma coima “muito grave” duas vezes superior à atual.

Supermercados, serviços e tribunais abertos

Mantém-se abertos – para além das escolas – os supermercados, os serviços públicos, os consultórios de dentistas e farmácias, as igrejas e os tribunais. Já o comércio (lojas, restaurantes, cafés, bares, cabeleireiros) terão de encerrar, tal como os espaços culturais.

Costa fez questão de dizer que tem noção do impacto destas medidas na vida dos portugueses e na economia, lembrando, no entanto, “que a vida não tem preço”. O primeiro-ministro garantiu que os apoios “vão ser renovados”: “Todas as atividades que serão encerradas terão acesso ao lay-off simplificado”.

A situação epidemiológica do país, que tem batido recordes sucessivos quer de mortes, quer de casos, quer de internados, está na origem das novas restrições. “Temos de assumir a responsabilidade e a solidariedade de travarmos em conjunto esta pandemia. Não há cansaço que nos permita continuar a ter mais de uma centena de mortos por dia. Não é aceitável e temos de parar isso”, justificou o governante, que sugeriu ainda que a esperança da vacina fez com que houvesse um relaxamento das regras sanitárias.

Vai haver uma campanha de testes antigénio nas escolas

Os prós superaram os contras e o as escolas e universidades não vão encerrar. “A escola é um lugar seguro”, referiu António Costa, indicando que o número de surtos em estabelecimentos de ensino, durante o primeiro período de aulas, presenciais, “foi diminuto” e que os novos casos “não tiveram um peso significativo”.

Ficou também a saber-se que o Governo tenciona fazer uma campanha permanente de testes antigénio nas escolas, organizada pelos ministérios da Saúde e da Educação para “despistar as cadeias de transmissão”.

O País mantém-se em estado de emergência, pelo menos, até dia 30 de janeiro.

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